Clipping: #SilencioNoCine chegou à imprensa paraibana – Jornal da Paraíba e portal Pb1 destacam o assunto

Na última segunda-feira recebemos ligações do Pb1 e do Jornal da Paraíba, que se interessaram pela campanha e publicaram em seus espaços material sobre a mobilização. Clique nas imagens acima para acessar as matérias e ler na íntegra. Caso você tenha interesse em conversar sobre o assunto, escreva para ricardo@diversita.com.br.

Continue espalhando a tag #SilencioNoCine em seu Twitter e enviando o e-card pra todo mundo.

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[Artigo] “Bagunça nos cinemas”, por Carlos Aranha (Coluna “Essas Coisas”, Correio da Paraíba)

Bagunça nos cinemas, por CARLOS ARANHA*

Foi pelo Twitter da revista “Cenário Cultural” que tomei conhecimento de que vem crescendo feito bolo a bagunça nos cinemas da cidade. No sábado passado, um casal amigo meu quase sai de uma das sessões de “Shrek – Para sempre” porque um grupo com cerca de 15 pessoas passou mais da metade da exibição usando celular em voz alta e perturbando propositalmente a platéia. Não estavam ali para ver o filme, mas para ser um filme de mau gosto em paralelo.

Quando vamos ao cinema – geralmente, eu e familiares -, temos, cada um, o cuidado de desligar nossos celulares. Afinal, qualquer chamada ou mensagem fica registrada para ser conferida, assim que a sessão acaba. Não inventaram o celular para que fosse transformado em compulsão particular ou neurose pública. Em ambientes fechados e civilizados – onde há filmes, shows, palestras, recitais, peças de teatro, etc. -, o uso do celular é de uma má educação igual à dos trogloditas modernos que param seus carros na praia e montam paredões sonoros com músicas que bem traduzem a sua ignorância: do “Rebolation” a Aviões do Forró.

É natural e saudável nos cinemas quando a platéia gargalha a valer com Jim Carrey ou emite exclamações de susto com filmes de terror ou suspense e até bate palmas para alguma performance de Michael Jackson no documentário “This is it”. Afora isso, qualquer coisa é bagunça – jamais, diversão.

Li em minha “time line” do Twitter duas ou três mensagens contrárias à opinião manifestada através da “Cenário Cultural” defendendo a liberdade da pessoa se manifestar num cinema de acordo com sua personalidade, pois paga ingresso. Nada disso. O cinema é uma diversão pública. Como tal, seu uso é compartilhado, o que leva a regras naturais, onde a educação deve ser predominante.

Os donos das salas de exibição precisam tomar providências. Assim como liberdade não é libertinagem, diversão não é esculhambação.

Texto originalmente publicado na coluna Essas Coisas, do Caderno 2 (Jornal Correio da Paraíba, quinta-feira, 15 de julho de 2010).

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Em poucas horas a mobilização já deu resultados

Sim, no plural. O primeiro, mais óbvio: pessoas se conscientizam de que há um problema e expressá-lo através do engajamento é o estopim para alguma coisa acontecer. Porém, mais que ser uma “revolução de sofá”, como certas mobilizações online que dão em nada, buscamos soluções práticas. A maioria dos envolvidos em promover a campanha são jornalistas e a gente vive de contatos. Antes mesmo que pudéssemos levar a campanha às gerências dos cinemas da capital paraibana, ela já tratou de, naturalmente, chegar aos “ouvidos” de quem pode fazer diferença na prática:


@diversita estarei encaminhando sua campanha a diretoria do box cinemasless than a minute ago via Twitter for BlackBerry®

Para quem não sabe, Frank Ramalho é o diretor geral da agência de publicidade Tag/Zag, que é responsável pela conta nacional do Box Cinemas. O que a gente faz agora? Senta e espera? Claro que não: continuamos por aí… espalhando a tag e fazendo com que ela chegue em quem faz das salas de cinema uma verdadeira bagunça hoje em dia. Em breve por aqui: reflexões sobre as implicações de uma campanha como essa. Vamos discutir a questão ‘Responsabilidade dos cinemas’ Vs. ‘Conscientização pessoal’.

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A campanha começou: seja educado nas salas de cinema


Clique para ampliar e depois clique com o botão direito/”salvar destino como” para salvar e espalhar o e-card.

Você, como eu, tem o direito de ir e vir. Assim, pode pagar para entrar em qualquer sala de cinema para ver o filme que bem entender, em qual sessão desejar, no cinema que achar melhor. Mas você, como eu, também deve entender que atender o celular durante uma sessão é mais que falta de educação: trata-se de um desrespeito à diversão do outro. Afinal, para ver um filme é necessário um mínimo de concentração que, nas salas de cinema, tem sido frequentemente quebrada por conversas em voz alta, chutes na poltrona e até pessoas que agora ligam a televisão dos seus “Mp12″ para ver o final da novela.

A campanha “Seja educado nas salas de cinema” é uma iniciativa do Diversitá e da revista Cenário Cultural. O objetivo? Que ela se espalhe até chegar exatamente em quem precisa dela: as pessoas que atrapalham as sessões de cinema, especialmente em dias promocionais ou no rush dos finais de semana.

Não queremos impor nada a ninguém: se expresse, dê risada, chore, namore, coma pipoca, se divirta. Quando o herói fizer uma pirueta inexplicável dê um grito de emoção. Mas saiba diferenciar isto do silêncio básico para a boa convivência de todos os que estão na sala.

Espalhe a tag #SilencioNoCine no Twitter, acompanhado do link deste blog ou mandando o e-card para seu Twitpic, álbum do Orkut, Facebook, Flickr e afins. Ainda dá tempo de tentar ajeitar essa bagunça.

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