Este espaço é exclusivo para quem deseja contar histórias engraçadas ou toscas sobre falta de respeito no cinema. Não cite nomes ou denigra a imagem de ninguém, o único objetivo aqui é acrescentar narrativas que mostram a importância da campanha.
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Trash in
Ir aos cinemas (Box, no Manaíra, por exemplo) é ter uma experiência 4D. Após a exibição do Shrek, na sala 3D, vemos os estragos que os ogros fazem após um lanchinho no cinema. A quarta dimensão é um verdadeiro cine trash, não importa o gênero. Me senti indo a um Drive in no lixão do Róger.
Mas não para por não aí, não. Os ogros também estão à solta furando filas, fazendo mais barulhos que seu priminhos (os porcos) quando comem, soltando muito pum e até vomitando (parece que alguns são bulímicos, ou simplesmente se empanturram, ou enjoam com o 3D) . Muito embora, o barulho realmente é um transtorno ainda pior. Por isso apoiarei esta campanha.
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Lembro de uma vez em um certo shopping do centro da capital paraibana quando fui ver algum filme pipocão no meio da semana. coisas inusitadas como pessoas com bebidas alcoolicas dentro do cinema, sentadas nas escadas em grupos – deve ter algo a ver com o acasalamento – falando alto, tiranod onda com quem entrava, enfim, sendo bem fiéis a suas características de animais instintivos.
Quer coisa mais chata que as “confusões por lugar marcado”, a molecada com o pé no assento e basicamente “pisando” a cabeça de quem tá na fila de baixo? O laser na tela qd tá passando cena romântica… a falta de educação ao atender o celular e falar “oiiiiiiiiiiiiii, tôoooooooooooo aquuuuuuuuuuuuiiiiiii”…
Eu prefiro ver filme em casa do que enfrentar as matinês dos cinemas dessa cidade.
Acho que só dá pra assistir drama e desenho animado no cinema agora, né? Porque quando tem cena de ação, amor, sexo ou homem/mulher sem roupa na tela, é a maior gritaria, laser na tela, até foto com flash, acreditam? E aí depois dos flashes da câmera, ainda temos que ouvir lá do outro lado alguém gritando “ÊÊÊÊ MANGABEEEIRA, TEM INTERNET NÃO? BAIXA O FILME!!”. Outro dia tinha gente atrás de mim com apito, eu hein! Celulares altos, gritaria, comida em todo canto, pés batendo atrás da cadeira (propositalmente), enfim, é muita gente sem noção que precisa se conscientizar (ou ser conscientizada)!
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Me lembro de quando fui assistir um filme e tinha uma “galerinha” que já estava fazendo tumulto desde a fila.
Sabe aquele pessoal que você sabe que veio com o propósito de fazer bagunça?
Pois bem, nas primeiras cenas dos trailers eles já começaram a gritar e jogar coisas, quando um LANTERNINHA (isso mesmo! um lanterninha de verdade!) veio e informou que se eles continuassem com aquilo seriam removidos do cinema.
Os baderneiros se calaram e o resto do cinema deu uma calorosa salva de palmas pra o lanterninha que salvou nosso entretenimento aquele dia
Sou a rainha de pedir silêncio no cinema, faço tanta “confusão” que teve um tempo que meu namorado não queria mais ir no cinema comigo, pois sabia que eu ia me estressar. Sou muito fã de ir ao cinema assistir ao filme que for. Toda a cerimônia de escolher o filme, a sessão, ir comprar o ingresso, sentar na poltrona, ver os traillers e participar de numa história que é contada com luz e som sempre me fascinou. Sou daquelas pessoas que não se intimida de ir ao cinema sozinha!
Porém de uns tempos pra cá ando evitando qualquer sala de cinema, seja ela uni ou multi! O barulho, a falta de educação e de respeito e o serviço mal prestado tiraram complatamente o sabor – de jujuba – de ir ao cinema que eu tanto adorava!
Já tentei de tudo: ignorar os gritinhos e brincadeiras sem graça durante o filme, ensaiei diversas vezes um discreto shiiii para ver se as pessoas se tocam, saí da sessão para chamar “laterninha”, reclamar com a “gerência”, falar abertamente com os bagunceiros pedindo silêncio, dentre muitas outras alternativas. Nenhuma delas funciona!
Ignorar simplesmente o acontecido não muda nada, só fez com que eu não aproveitasse em nada o filme, só pensando porque alguém paga caro pra ficar falando besteira num lugar escuro.
O simpático shiii é sempre rebatido com a máxima filosófica: “Tá vazando?” O que amenta a irritação de qualquer um. (A minha, então, nem se fala!)
Chamar o “lanterninha” só adianta enquanto ele está presente na sala. Depois que sai a bagunça aumente e você corre o risco de ser rechaçado (como eu fui certa vez) só porque teve a audácia de tentar dar um basta na algazarra.
Reclamar com a “gerência” é o mesmo que nada. Você aguenta a bagunça para não perder o fio da meada, quando o filme termina você reclama com a “gerência” que diz que não pode fazer nada. (?!?!?!?!) Você pode até tentar rebater dando a idéia de colocar algum funcionário dentro da sala, principalmente em filmens onde se percebe um público mais bagunceiro, mas tenho certeza que o “gerente” vai dizer que no momento eles estão sem condições financeiras de contratar mais funcionários. (!?!?!?!?!?) E você irá para casa com cara de tacho e com, no máximo, uma cortesia para dia de semana, exceto feriados, onde provavelmente vai acontecer a mesma coisa de sempre: bagunça no cinema. (Isso já aconteceu comigo 2 vezes!!)
Falar com os bagunceiros exigindo respeito e silêncio raramente adianta – a não ser que você seja um brutamontes de 2 metros de altura e 100 quilos cravado de músculos e com a voz bem grossa -, mas como tenho apenas 1,65 e peso 48 quilos a única vantagem que eu tenho é a voz grave… O feitiço também pode virar contra o feiticeiro (isso também já aconteceu comigo): o resto da platéia pode mandar você fazer silêncio, já que para eles a menina falando aos berros no celular sobre sei-lá-quem (ou a gangue de guris de falando da bunda da atriz ou o troca-troca de lugares por cima das poltronas ou as risadas fora de hora ou os arrotos desnecessários ou o tititi de comadres) não estava incomodando ninguém além de você!
Comecei, então, a acreditar que eu era a impaciente e dei um tempo nas salas de cinema.
Hoje em dia, um pouco mais paciente e muito mais seletiva, vez por outra dou uma chance a sétima arte no lugar onde ela deve ser apreciada. A última foi “Alice no pais das maravilhas” de Tim Burton em 3D, afora o estranhamento normal com os óculos não tive problemas graves, com exceção de um maníaco que levou uma feira pra comer durante a sessão!
(Sei que me estendi, mas minha indignação com a bagunça no cinema é infinitamente maior que este depoimento!)
Todo mundo que já foi em cinema, já passou e ainda vai passar por muita história de bagunça em cinema. É um mal sem cura. Mas as vezes criar caso no cinema só faz tornar a coisa ainda pior.
Nossa!
Acho que esse tema daria um filme muito interessante com roteiro e direção de Woody Allen.
Bem, uma vez estava na fila com meu namorado, seríamos os próximos a ser atendidos no balcão do ingresso e um rapaz, bem jovem por sinal, olhou para nós e disse: compra 4 inteiras pra mim que eu te dou vinte reais. Gente, ele tentou nos comprar. Que genial. Tentou, mas não levou. Mandei ele ir pra o fim da fila.
Outra situação: assistindo “Alice”… confusão entre duas senhoras. Uma esperou na fila durante horas, sentou na cadeira com a amiga. Essa amiga se levantou para ir ao banheiro, veio uma “linda” e sentou no lugar. Barraco armado. Filme atrasou. Gritaria. Xingamentos. Uma novela mexicana barata que só terminou 20 minutos depois com agressão verbal ao gerente, lanterninha (que não existe mais) e todos os empregados do Box assisitindo.
Pessoas bêbadas no cinema é outro ponto, não é mesmo?
Gente, se beber não dirija! E NEM VÁ AO CINEMA, cacete!!!!
Eu estava assistindo a um filme no multiplex do Mag (faz tempo) e um senhor chegou uma hora depois do início do filme, com cheiro de cerveja, sentou do meu lado, dormiu, começou a escorregar na cadeira, relaxou sua cabeça linda no meu colo. Eu dei uma cotovelada e sai do meu lugar.
No final de Toy Story a sujeira na sala era vergonhosa. Crianças loucas pensando que pipoca é confete. Mães sem nenhuma educação que não recolhem o lixo espalhado pelos seus filhos. Bem, esse é outro departamento, não é mesmo?
Outra vez, também no Box, um rapaz e uma moça, atrás de mim ficavam chutando a minha cadeira. Eu me virei, depois de muito relutar, e pedi que ele não fizesse isso porque estava me atrapalhando. Ele disse: se vire!
A catrevagem é linda, não é mesmo?
O cinema, desde pequena, pra mim, sempre foi uma deliciosa fuga. O mais prazeroso dos deslocamentos para fora de casa. A alegria de pegar o carro, chegar lá, comprar ingresso, ler sinopses, ver os cartazes, trailers, entrar, sentar e assistir… todos esses momentos, combinados, apenas deixavam mais doce essa minha relação de afeto com o cinema. Infelizmente isso tem mudado e o que antes era amor agora se torna insatisfação. João Pessoa precisa urgentemente de mais salas de cinema e de uma educação de base melhor também.
Muito triste.
Se eu lembrar de mais algum vexame que tenha passado eu juro como conto…
Talvez pelo fato de eu ser homem, pesar 120kg (25% gordo, 25% “fortinho” e 50% fofo XD) e ter carla de mçalvadão, ninguém nunca chutou minha cadeira não… Já aconteceu comigo de uma gurizada fazendo tumulto em filme, eu pedir silencio e eles me mandarem às favar, mas foi só levantar da cadeira que os “valentes” rapidinho sumiram.
Outra situação é filme de adolescente histérica (Harry Potter, Crepúsculo e afins). Nestes casos eu apelo pra doses MACIÇAS de sarcasmo. Normalmente as gaorotinhas desarmam quando você olha nos olhos delas e pergunta: “Porque você está gritando? Tá sentindo alguma dor?”
P.S.:
*cara
*maldavão
*favas
Perdoem os erros de digitação
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Minha vez:
numa sessão de “Guerra ao Terror”, um casal sentou ao meu lado. A senhora resolveu tirar um celular xing-ling desses que pega até televisão e começou a assistir a novela das 20h enquanto o filme não começava. Ela permaneceu durante os trailers e por conta disso eu resolvi mudar de lugar. Quando o filme estava pra começar ela desligou…
Acontece que, durante a sessão, de repente o celular dispara a televisão do nada, em volume altíssimo e ela nao conseguia desligar de jeito nenhum. #epic_fail
Num filme cujos silêncios e momentos de tensão são super importantes como “Guerra ao Terror”, uma “televisão” ligada no meio da sessão não seria demais?
Em uma sessão la no Box Cinemas, um cara que sentou bem na minha frente, resolveu ter uma DR com sua queridissima namorada bem no meio da sessão, vale salientar que ele estava tendo esta discussão por celular, o cara gritava, xingava, etc.
Pois é, ta ficando cada vez mais dificil de assistir filme no cinema.
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Ninguém bateu a minha história.
Fui ao cinema assistir um filme lindo: Up! – Altas Aventuras. Quem já viu o filme sabe o quão deliciosa é essa experiência, de se emocionar mesmo. Minha emoção foi impedida de acontecer pois, além de gritaria e bagunça, alguma criança resolveu jogar um chiclete bem para o meio das poltronas. E adivinha onde caiu?
Bem no meu cabelo. Claro. Assisti o filme inteiro segurando um mecha dos meus cabelos, para que o chiclete não grudasse no resto dos fios. Aí vocês me perguntam: “Por que não saiu pra reclamar? Ganharia uma cortesia pra assistir outra sessão.” Pois é, ganharia mesmo. Mas às vezes a pessoa é tão ocupada que não sobra tempo para ir ao cinema, e por isso mesmo eu havia escolhido aquele feriado para fazê-lo.
Enfim, constrangimento e estresse. Num filme maravilhoso, que teria me feito muito feliz. Tive que cortar o cabelo, sorte que tenho muito. Em alguém com pouquinho cabelo, aquilo teria feito um grande estrago.
Ah, sem contar a dor no braço, de ficar o filme inteiro com a mão pra cima. Ebbaaa!!
Por isso os pais devem educar seus filhos desde cedo sobre como se comportar em uma sala de cinema. E enquanto for chiclete, está até bom. Tenho medo mesmo é do dia que uma latinha de refrigerante parar direto no meu cocuruto.
Minha experiência 4D (pegando carona na metáfora que inaugurou essa seção de comentários) foi também numa exibição de Shrek, com uma equina falastrona sentada atrás de mim. Estávamos eu, minha namorada e os parentes de ambos tentando fazer o primeiro programa em família juntos, quando essa mocinha de orelha comprida e língua afiada começa a falar ao telefone celular já nos trailers. Os ogros amigos dela também grunhiam e chutavam as cadeiras da frente desde então, atitude que eu, pelo menos, achei por bem relevar até que o filme de fato começasse. Meu comportamento, pra completa surpresa minha, não foi o mesmo do resto do cinema, que começou logo a soltar o clássico (e, ao contrário do que alguns escreveram, eficaz pra quem tem o mínimo de bom senso) “shhhh!”, apelo que eles receberam com ironia e desdém. Foi então que a coisa começou a pegar pro nosso lado, e minha namorada se exaltou com um “dá pra calar a boca”. Inútil. O filme começou, os primeiros créditos foram embora, e a falta de educação da galera permanecia. Foi aí que embarquei de cabeça na “experiência 4D”, primeiro repetindo o “shhhh” do qual o resto da sala já tinha desistido, e depois partindo pra o diálogo direto mesmo, ameaçando o pessoal com o único recurso de que a gente dispõe nessas horas: o poder que o bom e velho lanterninha (que infelizmente hoje em dia nem lanterna usa pra mostra pra gente a cara de sem vergonha dessas figuras) tem de expulsar pessoas inconvenientes daquele tipo de ambiente. A coisa acalmou um pouco, mas logo o telefone do asno pré-adolescente começou a tocar (ringtone típico, com o som de umas três pickups de boate rolando). Cada vez que atendia narrava o conteúdo da ligação pro resto do estábulo. Prometi pra mim mesmo que desceria e chamaria o lanterninha numa terceira ligação que, minutos depois (e nem tínhamos chegado à metade do filme!), ocorreu. Só me controlei porque minha namorada me segurou. Veio uma outra ligação (já eram o quê? cinco? sei lá: eram mais ligações do que eu mesmo já atendera naquele dia) que eu nem esperei ela atender. Desci pra chamar o lanterninha. No caminho pensava: e se esse grupo se achar muito inteligente e mudar de lugar (porque no final das contas eles já esperavam que eu fizesse aquilo, e provavelmente já tinham um plano de escape astuto e muito bem articulado). Não deu outra: o lanterninha caminhou comigo até o meu lugar e a fileira de trás só não era o canto mais limpo do mundo porque estava cheio da pipoca e da imundície deles. Fiquei com aquela cara de tacho que nem o escuro do cinema aliviou. Fiquei mais revoltado ainda porque olhava em volta e ninguém, nem quem me acompanhava, sabia me dizer onde era que a menina (que a essa altura já devia até ter mudado o toque do celular) estava. O lanterninha ficou ali por um tempo, deu uma intimidada, mas depois a bagunça continuou com o mesmo foco, mas em outro ponto da sala. Comovente, né? Uma noite que tinha tudo pra ser constrangedora, mas protagonizada por sogros e sogras, teve a cena roubada… por ogros e ogras. Lamentável.
Na pré-estreia do penúltimo ‘Harry Potter’, à meia-noite, uma mocinha gritava feito uma groupie na fila atrás da minha. Lasquei o meu “shhh” e ela ficou mais contida – mas não sem antes eu ter que ouvir um “oxe, o bom é gritar….”.
Sem sogros e sem sogras, e nem ogros e nem ogras (faça um esforço que a rima vem).
Anos atrás (me lembrei de uma piada com isso, mas a tal piada – que apela para o cacófato óbvio – não tem classificação livre), quando fui ver a volta de “A pantera cor-de-rosa” (2006), primeiro sem o genial Peter Sellers (que dirigiu e interpretou o primeiro longa, em 1964), agora com Steve Martin, SIMPLESMENTE NÃO HAVIA UMA ALMA VIVA NO CINEMA. Estávamos eu e minha namorada, na época. Claro que me senti o dono do cinema, em sessão especial, reservada. E, ao contrário do que você, leitor mal intencionado, possa estar pensando: eu me comportei muito bem durante toda a sessão, porque sou pessoa educada e sei ir ao cinema PARA VER O FILME, ao contrário do que alguns andam fazendo por eles, emporcalhando tudo e usando-os para fins outros.
Cinema pra mim é essencial. Costumo ir no mínimo uma vez por semana. Já acostumada com a eventual bagunça, sempre tomo algumas precauções, como selecionar bem o tipo de filme, e pegar a última seção, sempre.
Mas no caso dos filmes mais badalados, não tem jeito, qualquer hora é hora pra bagunça.
Quando fui assistir Sweneey Todd, ao meu lado sentaram duas “madames”, cheias de sacolas, e conversando bastante. Enquanto o filme não começa, nem me importo, mas quando começam os trailers já acho o momento ideal pra começar o silêncio.
Porém essas duas continuaram conversando. Pior foi quando o filme começou e elas perceberam que era um musical… as musicas vinham acompanhadas das reclamações, porque não sabiam que ainda faziam filme nesse gênero, que era um saco, porque não imaginavam porque a sala estava lotada, que povo leso de escolher aquele filme, e daí pra pior.
Eu aguentei um bom tempo, porque detesto confusão, esperei que os pedidos de silêncio fossem suficientes. Ao ver que não seriam, disse educadamente que se elas não estavam gostando do filme, poderiam pegar as sacolas e ir embora, mas que se resolvessem ficar, que por favor fossem educadas e ficassem caladas.
O que é pior nesse caso, é que eram mulheres adultas. Não era uma turma de adolescentes mal educados e sem consciência que estava ali só pra bagunçar, eram duas mulheres que acharam o cinema um lugar legal pra bater papo.
O que acontece muito também são os piadistas, que ficam falando besteiras durante o filme, e me tiram a paciência. Principalmente no fim de semana, onde se paga quase 20 reais num ingresso inteiro.
Porque essas pessoas não pegam esse dinheiro e gastam em alguma coisa mais útil, porque o filme não estão interessados em ver mesmo.
E outra coisa, acho que dizer que os bagunceiros são jovens não é justificativa, afinal de contas, educação não é uma coisa que só aparece quando adulto.
Detesto confusão, mas se for preciso, compro briga pra poder assistir meu filme em paz, e em silêncio.